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Observatório
Ambiental de Teledetecção e Comunicações Aerospaciais
INSTALAÇÃO
DO OBSERVATÓRIO
Após os contactos efectuados com a Câmara
Municipal de Oeiras, surge em 2000 a criação do Observatório Ambiental de Teledetecção
e Comunicações Aerospaciais e que se consolida no ano de 2002.
Agora já com um funcionamento regular, destinado às escolas, aos jovens e aos
munícipes de Oeiras, observatório aproxima-se a passos
largos da finalização da sua instalação.
Quando a AMRAD tomou contacto com a sala, que
foi gentilmente cedida pela CMO, para instalar o
Observatório, começou desde logo a estudar o modo como
ficariam dispostos todos os equipamentos que constituem o
observatório. Para tal, foi feita uma planta da sala, com a
disposição de cada mesa e respectivos equipamentos
necessários às actividades envolvidas.

Fig. 1 - Planta do Obervatório
Além da sala em si, havia que
pensar também no parque de antenas, aspecto fulcral ao bom
funcionamente de qualquer estação de rádio. Para tal, e
tendo em conta que o número de antenas ainda é
considerável, e também que as várias estações devem poder
funcionar em simultâneo sem que se possam interferir, foi
feito préviamente uma planta da localização de todas as
torres, mastros e antenas, cabos coaxiais, calhas, etc. Para
dar uma ideia geral de como ficam instaladas as antenas,
apresentam-se as figuras seguintes, ilustrativas do projecto.


Fig. 2 e 3 - Esquema do parque de
antenas do observatório
A instalação do observatório
passa por várias fases, entre as quais se destacam:
- Preparação
da instalação eléctrica de suporte aos equipamentos
- Instalação
dos sistemas informáticos;
- Instalação
dos sistemas de rádio, emissores e receptores;
- Instalação
da Torre que suporta as antenas YAGI-UDA de HF, VHF, UHF e SHF
- Instalação
do mastro que suporta as antenas de polarização cruzada,
circular esquerda ou direita, para satélites OSCAR e
parabólica para 2.4GHz para AO-40;
- Instalação
dos dipolos de 40m e 80m
- Preparação
das bancadas de trabalho em electrónica, para construção,
integração, teste e medida, dos projectos desenvolvidos na
AMRAD;
- Colocação
de projector de vídeo para projecção múltipla de imagens
provenientes dos computadores e/ou vídeo VHS/DVD;
As imagens seguintes mostram
alguns dos trabalhos já efectuados, no processo de conclusão
da instalação do observatório:

Fig. 4 - Instalação da Torre de
21m

Fig. 5 - Pormenor da posição da
torre em relação ao edíficio do Centro de Juventude

Fig. 6 - Instalação das calhas de
suporte aos cabos

Fig. 7 - . Bancada de trabalho com
alguns instrumentos de teste e medida do observatório. Módulos e cartas utilizadas na
integração de balões, TVA e Packet Radio também
expostos.

Fig. 8 - Estação de HF. Capaz de
estabelecer comunicações por voz, morse ou outros
modos digitais, como por exemplo SSTV, WXFAX ou RTTY.

Fig. 9 - Estação de Satélite. Capaz de
comunicar acompanhar satélites de órbita polar ou
elíptica, controlar o emissor/receptor, gravar toda a
informação da comunicação e funcionar em modo
automático, através de controlo remoto.

Fig. 10 - Estação de tratamento de áudio,
vídeo e imagem. Possibilidade de editar toda a
informação relacionada com as comunicações da
estação, como por exemplo para produção de slides,
pequenos filmes educativos ou cd's de áudio.

Fig. 11 - Estação receptora. Capaz de
receber sinais desde 30KHz até 2GHz, com largura de
banda estreita, ou larga. Capacidade de armazenar os
dados recebidos de forma digital para posterior
análise.



Figs.12, 13 e 14 - Instalação das
antenas do Kit Oscar Link

Fig.15 - Instalação da
antena Gap Titan DX

Fig.16 - Instalação das antenas Yagi
de HF, 50Mhz, 144MHz, 1296MHz e vertical de VHF/UHF X300
na torre principal |
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