OBC do ISTsat-1 testado à radiação

Nos dias 6 e 7 de Novembro o processador OBC “On Board Computer” um dos 5 processadores do ISTsat-1 foi testado para verificar a resiliência à radiação. O ensaio foi pago pela ESA “European Space Agency” e foi realizado na Suíça nos laboratórios do  PSI “Paul Sherrer Institute”.

Do programa do FYS 2017 a ESA selecionou o ISTsat-1 e o EIRsat-1 (Irlanda) para aproveitarem para verificar a vulnerabilidade Nos dias 6 e 7 de Novembro o processador OBC “On Board Computer” um dos 5 processadores do ISTsat-1 foi testado para verificar a resiliência à radiação.

O ensaio foi organizado e pago pela ESA “European Space Agency” e foi realizado na Suissa nos laboratórios do  Paul Sherrer Institute. Do programa do FYS 2017 a ESA escolheu o ISTsat-1 e o EIRsat-1 (Irlanda) para aproveitarem para verificar a vulnerabilidade à radiação a um dos sistemas desenvolvidos por cada equipa.

O processador de comunicações do ISTsat-1 foi projetado de modo a ser tolerante a alguma radiação mas a equipa do ISTsat-1 preferiu ensaiar o OBC.

A radiação foi aplicada em áreas circulares de 3 cm de diâmetro em vários pontos da placa do OBC ou em círculos de 10 cm de diâmetro cobrindo toda a placa. A energia das partículas variou entre 15 MeV e 250MeV.  As observações foram feitas relativamente a corrente consumida pelas várias pares do OBC e à verificação da funcionalidade dessas partes durante várias sessões e tempos de exposição à radiação.

Foi adquirida uma grande quantidade de dados para diferentes energias das partículas e os resultados vão agora ser analisados mas, para já, é necessário fazer algumas correções de software e de hardware para minimizar os efeitos das radiações tão intensas.

Inicialmente a equipa do ISTsat-1  esperava que, no final dos testes,  a radiação destruísse a funcionalidade do OBC, mas aparentemente tal não aconteceu.

O processador COM (de comunicações) do ISTsat-1 foi projetado de modo a ser tolerante a alguma radiação mas a equipa do ISTsat-1 preferiu ensaiar o OBC.

A equipa teve de desenvolver um sistema de interface entre o OBC e os sistemas de medida do Laboratório, que se mostra na figura seguinte.

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Sistema de Interface entre o OBC e os equipamentos do “PSI”

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A placa do OBC submetida à radiação de partículas.

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Pormenor do colimador de partículas.

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Pormenor da sala de controlo e de registo de dados.

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Almoço de Natal 2018

Caros amigos

No dia 24 de novembro de 2018 faremos o nosso almoço de Natal, em local a combinar, das 12 h às 14h e 30m.  Pedimos que agendem este acontecimento.

 

Prevê-se a realização de  duas sessões técnicas, no IST Tagus, uma na parte da manhã das 9h 30m às 12 h e outra das 14h e 30m às 17h.

O local de encontro será na estação da AMRAD CS5CEP.

O programa das sessões técnicas será enviado brevemente.

 

Cumprimentos

A Direção da AMRAD

Moisés Piedade, Jorge Amarante e Rui Caldeira.

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Módulo de energia do ISTsat-1

O sistema  EPS “Electrical Power System” do ISTsat-1 foi desenvolvido pelo aluno do Mestrado em Engenharia Eletrónica do IST, Nuno Ramos sob orientação dos Profs Moisés Piedade e Beatriz Borges.

Arquitetura da EPS do ISTsat-1.

Placa do sistema EPS do ISTsat-1 (vista de cima)

Placa do sistema EPS do ISTsat-1 (vista de baixo)

Trata-se de um sistema muito complexo que compreende os 5 painéis solares de alta eficiência (29%) para a recolha de energia, agrupados em 3 conjuntos a que se seguem circuitos de otimização da potência (MPTT) extraída dos painéis solares e de circuitos carregadores e de protetores da bateria de células de iões de lítio. A EPS dispõe ainda de mecanismos de gestão de energia e de transformação de tensão e potencia para os vários sistemas do ISTsat-1. O sistema EPS dispõe da  redundância de vários circuitos sendo robusto a falhas de vários tipos. No caso limite de falhas a EPS pode dar passagem direta da energia dos painéis solares  para os restantes sistemas do ISTsat1. Além dos sistemas de fornecimento de energia a EPS dispõe de sistemas de segurança obrigatórios e exigidos pela ESA “European Spatial Agency” nomeadamente no caso de nano satélites lançados a partir de satélites com seres vivos como é o caso da ISS “International Space Station”, donde o ISTsat-1 será lançado para o espaço no âmbito do projeto financiado pela ESA “Fly Your Satellite” .

O trabalho será discutido no dia 15 de Novembro, na sala 1.38 do IST Tagus, pelas 11 h e 30 m e tem inumeras inovações em relação ao primeiro trabalho apresentado sobre este assunto

http://www.amrad.pt/modulo-de-energia-do-istnanosat/.

Nuno Ramos apresenta também o módulo inteligente de baterias do ISTsat-1 desenvolvido no ambito da mesma tese

Módulo de baterias do ISTsat-1.

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Reparação de antena Ultrabeam

A antena Ultrabeam da estação CS5CEP da AMRAD teve de receber algumas melhorias. Nas fotografias seguintes pode ver-se dois trabalhadores, sócios da AMRAD, nesta operação.

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ISTsat-1 na rádio Antena 1

Ontem o jornalista Pedro Guilherme,  da rádio Antena 1, esteve no IST Tagus a colher informações sobre o nanosatélite IST sat -1.

O resumo feito pelo jornalista foi apresentado hoje de manhã na Antena 1.

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O satélite PoSAT-1 lançado há 25 anos

A  rádio antena 1 fez uma reportagem sobre o satélite portguês PoSAT-1, nos seus 25 anos de existencia.

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